terça-feira, dezembro 22, 2015

5 perguntas sobre o seu ano que vão ajudar a melhorar 2016

publicado no Administradores
Estamos bem perto do final do ano e, sem dúvida alguma, esse não foi um período fácil. Recentemente, a minha empresa, a Triad PS, elaborou uma pesquisa com 3.500 pessoas em todo o Brasil, com idade média de 34 anos, sendo 89% empregadas, 10% desempregadas e 1% aposentados. Essa avaliação mostrou que 8% dos entrevistados ainda não têm ideia do que desejam fazer no próximo ano, 25% já estão com o próximo ano planejado e 67% ainda não pararam para pensar nisso.
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Além desses números, um fato que me surpreendeu foi: a maior parte dos respondentes não considerou 2015 o pior ano da sua vida. Apenas 16% tiveram essa sensação negativa, enquanto 23 apontaram que foi o melhor ano da vida e 60% disseram que foi normal, nada de muito diferente em relação aos anos anteriores.
Claro que muita gente perdeu emprego, sofreu perdas financeiras, teve problemas de saúde, mas o resultado da pesquisa mostrou que essa não foi a regra geral. E é para esse ponto que quero chamar a atenção. Seja para você 2015 um excelente ano, um ano morno ou pior da sua vida, ele tem de ser considerado importante, pois é a partir de suas experiências que você poderá fazer os próximos anos melhores.
Todo ano tem aprendizado. Sem exceção. Até não fazer nada é um aprendizado. Por isso, quando trabalho com equipes e empresas que gerenciamos a produtividade, gosto de fazer um “book log” que registra o positivo e o negativo. Isso serve para criar métricas, treinar as pessoas, reforçar a cultura e também evitar urgências futuras.
Aplicando esse mesmo princípio para a nossa vida particular, podemos escrever como foi nosso ano e aprender com isso. Escrever é poderoso, torna o fluxo consciente, libera a mente, reforça o aprendizado e coloca uma nova perspectiva sobre os fatos. E mais importante, ajudar a reconhecer que, no fundo, esse é o primeiro passo para uma mudança.
Porém, não adianta escrever qualquer coisa. Para ajudar, adaptei cinco grupos de perguntas do mundo empresarial que podem ser levados para a vida pessoal. São apenas algumas sugestões, fique à vontade para criar novos questionamentos.
1 – Maiores aprendizados
O que esse ano trouxe que fez você crescer como pessoa ou profissional? Que problemas você teve de enfrentar? Que coisas você não repetiria nunca mais na sua vida? E que ações você repetiria sempre que possível?
2 – Oportunidades perdidas
O que você deixou escapar esse ano? O que fez você perder a oportunidade? O que faria você aproveitar a oportunidade em uma próxima vez? É possível reaver a oportunidade que foi perdida? Como?
3 – Pessoas importantes
Quem foi importante para você nesse ano? Como você retribuiu essas pessoas importantes? Quem você precisa cortar da sua lista de relacionamento? A quem você disse mais “sim”, mesmo quando você queria dizer um “não”?
4 – Metas
Que sonhos você realizou esse ano? Que sonhos você adiou? Planejou metas por escrito para esse ano? Quantas? Acompanhou durante o ano? O que faltou?
5 – EU com EU
Sobrou tempo para você? Leu os livros que comprou? Cuidou da saúde? Fez algum esporte com regularidade? Descobriu ou praticou algum hobbie com frequência? Dormiu bem? Conseguiu se alimentar direito? Cuidou do físico, da mente, do coração e do espírito?
Experimente responder essas perguntas e guarde-as em um arquivo, e-mail ou em um papel. Além disso, crie uma tarefa em sua agenda para rever seus objetivos algumas vezes ao longo do ano. Esse é um processo muito poderoso. Certamente você será impactado pela mudança.

O que entristece Deus

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“Quando se aproximou e viu a cidade, Jesus chorou sobre ela e disse: ‘Se você compreendesse neste dia, sim, você também, o que traz a paz! Mas agora isso está oculto aos seus olhos.'” (Lucas 19:41-42)
Enquanto Jesus fazia Sua entrada triunfal em Jerusalém, as multidões celebravam. Elas riam. Elas festejavam. Elas se divertiam. E o que Jesus estava fazendo? Ele viu a cidade e chorou sobre ela. Estava lá a multidão, pulando de alegria e Jesus chorando. A multidão festejava e Jesus soluçava.
Por que Jesus chorou quando viu Jerusalém? Sendo Deus e tendo onisciência, Jesus sabia que essa gente à toa que gritava “Hosana!” logo estaria gritando “Crucifique-o!” Ele sabia que um de seus discípulos escolhidos a dedo, Judas, O trairia. Ele sabia que outro discípulo, Pedro, O negaria. Ele sabia que Caifás, o sumo sacerdote, conspiraria com Pilatos, o governador romano, para causar-Lhe a morte. E Ele sabia o futuro de Jerusalém. Olhando 40 anos à frente, Ele viu a destruição que recairia sobre a cidade sob as mãos do imperador Tito e de suas legiões romanas.
Jesus também chorou porque Seu ministério estava quase no fim. O tempo era curto. Ele tinha curado os doentes daquela gente. Tinha ressuscitado seus mortos, limpado seus leprosos, alimentado seus famintos, perdoado seus pecados. Entretanto, na maior parte dos casos, Ele fora rejeitado. João 1:11 diz: “Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam”. Então Ele chorou. Isso entristecia Seu coração e ainda entristece.
Descrença e rejeição entristecem a Deus, pois Ele sabe as consequências. Mas quando a porta do coração humano está fechada, Ele se recusa a forçar a entrada. Ele só bate, esperando ser admitido. Ele nos deu a capacidade de escolher, mas quando escolhemos a coisa errada, Ele sabe as repercussões que se seguem – nesta vida e na próxima. E se entristece.

domingo, dezembro 20, 2015

Impeachment não é golpe!

Meus amigos defensores do governo, já podem parar a estratégia de marketing de associar o impeachment a Golpe. O STF se reuniu essa semana e afirmou que o processo é legítimo, ou seja, não há nada de ilegal (à luz do direito) nele.
Os desvarios do Eduardo Cunha na condução do processo foram rechaçados, mas o processo em si, não.

Também deixou claro (para quem assistiu a transmissão) que o processo de afastamento de um Presidente da República não é algo a ser julgado pela polícia ou pelos juristas. É um processo conduzido pelo legislativo, ou seja, é um julgamento político.

Se o Governo conseguir apoio político, se safa. Se não, sifu. Simples.
Não tem bonzinho nessa história. O jogo é pesado, ainda mais quando jogado num mundo à parte, distante do mundo real (como Brasília).
Minha preocupação maior é com a competência gerencial, terreno onde nem os mais impedernidos petistas conseguem defender sua timoneira.
Lamento dizer a estes que, se o barco continuar afundando, quem vai pedir para sair é a própria Dilma.

Alguns parecem tão alheios à verdade das cidades que acham que a “culpa é da Globo” & etc. Sei… 1 milhão de desempregados, lojas comerciais fechando, espaços vazios para locação há meses, pouco dinheiro no bolso de todos (exceto os amigos do Rei)… É o mundo real, não o das estatísticas.
Tenho consultório em Novo Hamburgo, Porto Alegre e Rio de Janeiro, mas também atendo numa clínica mais popular em Sapiranga. Advinhem onde o movimento ao longo desse ano mais caiu? Ganha um beijo da Dilma quem disse: Sapiranga. São pessoas que perderam o emprego e não “a elite branca da Av. Paulista”. Perguntem a elas o que acham do governo do PT e se acham o impeachment, golpe.

Se as coisas não melhorarem logo, poderemos bater 2 milhões de desempregados antes do término do primeiro semestre. Neste caso, a incompetência do governo se une à incapacidade de fazer o que um governo faz: governar. Nesse ponto (uns acham que já chegamos nesse ponto), tirar o governante parece ser uma opção interessante. Se o governo conseguir mudar o jogo (uns acham isso impossível), ganha uma bola extra.

Só que para fazer isso, dependeria de uma coalisão. Só que o primeiro discurso da Dilma (pós-eleição) foi do tipo “ganhêei, você perdêeu”. Para mim foi uma pá de cal na minha esperança de mudança de rumo no segundo mandato. Bem diferente da postura de estadista do Macri, que se sentou com o candidato derrotado no dia seguinte à posse. Ele sabe que, para governar, terá de conciliar. Por aqui, enquanto continuarmos no Nós x Eles, vamos continuar no atoleiro.

Que logo encontremos alguém que assuma esse processo de reconstrução. Amém!
Domingos Massa

Feliz 300 e tantos próximos dias!!!

imagescaoscwseEm tempos onde as redes sociais substituem a convivência face-a-face, a presença física ganha outra dimensão em nossas vidas e traz novamente a emoção do encontro com pessoas reais.
Existem coisas impossíveis de se sentir se você não está lá.Coisas que só dá pra entender se for na própria pele.E o nome disso é Presença.
Em seu nome nós promovemos encontros e um novo começo com pessoas de verdade, que estavam distantes, mais ou menos perdidas e que gostariam de estar lado a lado novamente.
Porque gente tem que se ver e rever.Para lembrar.Para celebrar.Para abraçar.Ou simplesmente ficar frente a frente.
Dezembro chegou e com ele tudo aquilo que esse mês representa, principalmente quando nos aproximamos do dia 31.
Acho que por ter ido tão mais rápido que o ano passado e o retrasado, não tivemos a chance de tentar entender como que uma quantidade tão grande de acontecimentos couberam em pouco mais de 300 e tantos dias amanhecidos e anoitecidos.
De qualquer maneira, ano novo, vida nova.
A todos desejo que em 2016 a sua presença seja sentida e que isso faça toda a diferença em sua vida e na vida de quem você gosta.Porque Presença é estar lado a lado.
E não esqueça da maior presença que existe em nossas vidas que é a presença gloriosa  de JESUS CRISTO, filho do DEUS vivo, que Ele possa habitar em vossos corações para sempre em vossas vidas.
Feliz 300 e tantos próximos dias!
Boas Festas e que o novo ano seja repleto desta gloriosa presença !

Adeus facebook

adeusfacebook-615x267Gregorio Duvivier, na Folha de S.Paulo
Meu amor,
escrevo pra dizer que acabou de vez. Pode ter certeza de que dói mais em mim do que em você. Afinal, foram tantas noites em claro, tantas tardes em que eu deveria estar trabalhando e passei do seu lado, tantas vídeos virais que descobrimos juntos. Era você que eu cumprimentava assim que abria os olhos.
Quando te conheci, estava vindo de um término complicado com o Orkut: uma relação que durou muito mais do que deveria. Aos poucos você foi me ganhando e quando vi estava pagando pra ter sua atenção. Doeu quando descobri que você vendia informações minhas e nunca me deu um centavo. Essa sua mania de guardar tudo: você sabe que isso não tá certo. Outro dia saí com o Snapchat, a gente se divertiu pra cacete, e no dia seguinte ele não lembrava de nada. Que delícia.
Hoje faz uma semana que a gente não se vê. Às vezes é estranho. As pessoas falam de você o tempo todo: na família, no trabalho, nas festinhas. Isso também mudou: antigamente você servia pra falar das festinhas. Hoje parece que as festinhas servem pra falar de você. Até minhas tias-avós estão obsessivas. Outra coisa: até hoje não entendi o que você tem contra mamilos femininos.
Hoje percebo que o problema não sou eu, é você. É aquele mania de tocar vídeos que eu não pedi pra ver. É aquela sua mania de perguntar: “O que é que você está pensando?”. Deixa eu pensar em paz, porra. Por sua causa, deixei de ler. Tentava abrir um livro e você não calava a boca: “Ei, olha pra cá! Tá rolando treta! Ta rolando nude!” Nenhuma obra da literatura pode competir com treta e com nude. Você sabe disso.
O término não foi bacana. Você me obrigou a dizer o motivo. “Tô perdendo tempo demais com você”. E você: “Calma, a gente pode se ver menos, eu dou um jeito”. E eu: “Você me faz uma pessoa mais triste”. E você: “Eu vou melhorar. Desculpa. Fica. Se ficar, libero até mamilos femininos. Fica.” Você não tem amor próprio, cara?
Quando viu que nada mais podia me convencer, você foi baixo. “Olha só esses amigos. Eles vão sentir sua falta.” Não precisava insinuar que eles só são meus amigos por sua causa. Mesmo os amigos que eu conheci através de você sabem onde me achar: e já estão me achando. A gente não precisa mais de você.
Não vou pedir que você devolva as mil horas que você me tomou -e nunca deu. Só queria mesmo que você soubesse que sem você eu passo bem demais.
Sim, eu sei. Posso voltar pra você a hora que eu quiser. No hard feelings. Você não tem amor próprio, cara?