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segunda-feira, julho 06, 2015

O que significa não somente obedecer, mas ficar perto e andar com Deus a vida inteira?


O que significa não somente obedecer, mas ficar perto e andar com Deus a vida inteira.
O que teria acontecido se Noé não encontrasse favor aos olhos de Deus, se o seu coração tivesse sido tão transviado quanto o dos demais homens! Deus teria poupado a raça humana, embora não pudesse encontrar uma única pessoa que valesse a pena ser salva. Ou o mundo teria simplesmente desaparecido? Fim da História.
A experiência de Noé com Deus nos recorda a importância de uma vida boa. Não importa quão difícil seja permanecer fiel, nem quão insignificante a sua vida possa às vezes parecer, nenhuma vida é pequena aos olhos do Senhor. Não importa quais sejam os seus dons naturais, quanto dinheiro você ganhe, quão saudável pareça ou quão perspicaz possa ser. Deus olha o seu coração.
Nada mais. Se encontrar nele o seu reflexo, vai usá-lo e você ficará surpreso ao compreender um dia quão poderosamente a sua graça tem operado por meio da sua pessoa, transformando sua família, o seu trabalho e o mundo à sua volta.
SENHOR, DÁ-ME CORAGEM PARA SEGUIR-TE mesmo quando aqueles que me rodeiam estiverem indo em outra direção. Ajuda-me a ficar perto de ti, Senhor, a não mante-lo fora da minha vida, mas a convidá-lo para entrar. Ajuda-me a ouvir a tua voz. Faze da obediência imediata uma parte do meu caráter. Usa-me para ajudar outros a celebrarem a tua fidelidade.

Eu me Alegro - Coral Novo Caminho

Ainda que o sol não se levante.
Ou que os mares venham secar
Eu sei em Quem posso confiar
Prossigo para algo maior

Além da mente humana.
Onde viveremos para sempre com Deus!

Eu me alegro no Senhor
E exalto o Deus da Minha Salvação
So a ele devo louvor
E com Ele devo morar pra sempre

Com preço de sangue fui comprado,
Quando Cristo na cruz se entregou
O presente não vai me abalar
Diante do futuro que Deus tem pra mim.

Eu me alegro no Senhor
E exalto o Deus da Minha Salvação
So a ele devo louvor
E com ele devo morar pra sempre



11/07 - Missão Integral: Desafios para a práxis da Igreja na América Latina

Agende esta data! E venha participar deste evento do Clami com o Dr. Rene Padilha!



Pastores criticam atuação da bancada evangélica

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Publicado Originalmente no PavaBlog 

“Eles estão confundindo a Bíblia com Game of Thrones, Jesus com Darth Vader”, afirma Carlos Bezerra Jr. , deputado estadual (PSDB-SP) e pastor da igreja Comunidade da Graça. Em depoimento à #tvCarta, ele e outros pastores repudiaram a atuação dos evangélicos em Brasília.

O adeus às ilusões de Frei Betto

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Bernardo Mello Franco, na Folha de S.Paulo
Para o escritor Frei Betto, o modelo de crescimento da era Lula ajuda a explicar a rejeição galopante ao PT e a Dilma. Enquanto sobrava dinheiro, diz ele, o governo apostou na inclusão social pelo consumo e não investiu o que devia nos serviços públicos, como saúde, transporte e educação. Agora que a festa acabou, quem pensava ter melhorado de vida percebeu que boa parte do bem-estar era ilusória.
“Essa inclusão não tinha lastro econômico e criou uma nação consumista”, afirma o dominicano. “As pessoas estão chateadas porque não podem mais viajar de avião, ir ao restaurante, fazer a mesma compra na feira. A raiva vem daí. Tiraram o sorvete da boca da criança.”
Na Flip para lançar seu 62º livro, “Paraíso Perdido” (Rocco), Frei Betto também está desiludido com o partido que apoiou em tantas eleições. “O PT trocou um projeto de Brasil por um projeto de poder. Agora paga pelos erros que cometeu”, critica. Ele diz que o petismo está imobilizado pela coalizão que montou para governar. “O PT construiu uma base fisiológica, não ideológica. Depois do mensalão e do petrolão, alimentar esse sistema ficou mais difícil.”
Ex-assessor de Lula no Planalto, o escritor lamenta que o partido tenha se afastado dos movimentos sociais. “O PT resolveu se apoiar nos inimigos. Antes, criticava o mercado e o Congresso dos 300 picaretas. Agora é refém dos dois e não sabe como sair do impasse.”
Em Paraty, ele trocou ideias com o romancista Leonardo Padura e comparou o que vem pela frente ao chamado período especial de Cuba, após o fim da União Soviética. “Guardemos o pessimismo para dias melhores”, brinca. A sério, Frei Betto diz que a situação é “muito crítica”. “Não vejo uma luz no fim do túnel.”
O ajuste fiscal, avisa o escritor, só vai agravar a insatisfação dos mais pobres e a rejeição ao governo e ao PT. “A Dilma só tem uma saída: povo na rua. Mas agora quem vai para a rua defendê-la?”, questiona.

Como o cobertor esquenta as pessoas?

publicado na Mundo Estranho
Depende. Os cobertores elétricos, plugados na tomada, convertem eletricidade em calor por meio de resistências internas, como a de um chuveiro. Após alguns segundos ligados, ele estabiliza a temperatura.
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Com o cobertor comum, ocorre apenas um fenômeno físico. Ele age como um isolante térmico. Funciona assim: nossa temperatura interna é de 36 °C. Mas estamos sempre perdendo calor para o ambiente, aquecendo o ar ao nosso redor.
O cobertor ajuda a manter esse ar quente “preso”. É por isso que, quando você entra na cama, ela ainda está “fria”: o processo só funciona com você ali! E é por isso também que os melhores são os com tramas mais coesas. Se os fios são muito espaçados, o ar quente pode escapar por essas frestas.

sexta-feira, julho 03, 2015

Justiça seja feita.....

Aqueles que defendem a diminuição da maioridade penal estão focados na necessidade de uma penalidade mais severa que deve ser imposta ao criminoso em idade menor de 18 anos. Argumentam que um jovem adolescente de 16 anos é moralmente capaz – tanto é que pode votar, e por esta razão deve arcar com as plenas consequências de seus atos, inclusive e principalmente seus crimes.

Os dois aspectos desse ponto de vista são coerentes. Quanto à capacidade moral de um adolescente de 16 anos, o Dr. Drauzio Varella argumentou que “é evidente que um adolescente de 16 ou 17 anos capaz de assaltar à mão armada e atirar naqueles que se negarem a obedecê-lo tem consciência plena de que comete um ato abominável. Considerá-lo criança imatura para compreender a enormidade do crime praticado é paternalismo ridículo”.
Também é razoável que a pena aplicada a um crime tenha pelo menos duas finalidades: o tratamento ao criminoso e a oferta de justiça ao ofendido. Um crime hediondo deve ter pena que lhe seja proporcional. 
Mas existem os contrários à redução da maioridade penal. Não avaliam a questão com foco em uma família, um crime, e um criminoso específico, mas no todo da sociedade e de seu contigente de crianças, adolescentes e jovens. Suas considerações estão voltadas a encontrar caminhos que promovam não apenas a justiça aos envolvidos, vítimas e algozes de um crime particular e localizado, mas à estrutura e dinâmica de uma sociedade cujos fundamentos estão comprometidos desde a base.
Considero coerente que o debate a respeito da maioridade penal leve em consideração o nexo lógico do ciclo de violência de uma sociedade desigual, não apenas em termos de riqueza e pobreza, mas principalmente nas condições desiguais em que crescem e são educados os ricos e pobres. E no tratamento desigual em termos de oportunidades e possibilidades que esta mesma sociedade oferece aos criminosos ricos e pobres.
É razoável que a questão da maioridade penal seja avaliada no contexto abrangente que envolve a criminalidade e a violência na sociedade brasileira. E também que se leve em consideração a maior amplitude possível de ações e políticas públicas que possibilitem não apenas o tratamento do crime cometido ontém, como também e principalmente a justiça social necessária para amanhã. Em palavras mais simples, qual é o conjunto de ações necessário à redução da criminalidade e da violência na sociedade, e em que lugar na lista de prioridades está a eventual redução da maioridade penal? E mais, como a sociedade brasileira pode agir de maneira preventiva de modo não apenas a se proteger dos eventuais criminosos futuros, como também e principalmente oferecer às suas crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, e portanto em convivência imediata com o crime, oportunidades e possibilidades de um projeto de vida justo e digno no qual o caminho para o crime seja desconsiderado como alternativa para o acesso aos bens sociais disponíveis às classes mais favorecidas?
Em algumas ocasiões, quando olho para uma cena de crime, a crueldade dos criminosos e o sofrimento das pessoas vitimadas, meu coração pende não apenas para a redução da maioridade penal, mas em algumas ocasiões para a aplicação da pena de morte. Mas quando penso no Brasil que desejo para os meus netos, não tenho dúvidas quanto ao fato de que há muito o que ser feito antes de reduzir a maioridade penal. E como cristão me envergonho por ter passado pela minha cabeça a hipótese de retribuir o mal com o mal e construir uma sociedade baseada no “olho por olho, dente por dente”.
Foi Jesus quem ensinou: aqueles que acreditam que o caminho para a justiça e a paz é o apedrejamento dos pecadores devem entrar na fila para que também sejam apedrejados. Apenas uma sociedade construída na perspectiva da compaixão, da solidariedade, do perdão e do amor tem chances de sobreviver. Justiça seja feita. Mas justiça se faz com amor.
Ed Rene Kivits via Facebook
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